Blog do projeto Formação continuada de professores de língua inglesa em Sergipe a partir das teorias dos Novos Letramentos (DLES/UFS - processo CNPq 401394/2010-7).
Tuesday, 19 March 2013
Vídeo de conclusão do projeto
Este é o vídeo de conclusão do nosso projeto. Foi feito com base em orientações do CNPq, que quer divulgar
pesquisa para um público "leigo". Mas o trabalho continua...
Tuesday, 5 February 2013
II SEFELI
Vem aí o II SEFELI:
Seminário Formação de Professores e Ensino de Língua Inglesa
e
Simpósio Transculturalidade, Linguagem e Educação
17 a 19 de junho
www.sefeliufs.p.ht/
sefeli.ufs@gmail.com
Já estamos recebendo propostas de comunicação.
Seminário Formação de Professores e Ensino de Língua Inglesa
e
Simpósio Transculturalidade, Linguagem e Educação
17 a 19 de junho
Universidade Federal de Sergipe
Mais informações:www.sefeliufs.p.ht/
sefeli.ufs@gmail.com
Já estamos recebendo propostas de comunicação.
Sunday, 27 January 2013
Ruberval Maciel, Language Policy & Planning
Ruberval Maciel (UEMS)
Mesa redonda Language policy and planning
Brazil-Canada Knowledge Exchange
Glendon College, Toronto, 15/10/12
Sunday, 20 January 2013
Lynn Mario de Souza, Language Policy & Planning
Lynn Mario de Souza (USP)
Mesa redonda Language policy and planning
Brazil-Canada Knowledge Exchange
Glendon College, Toronto, 15/10/12
Sunday, 30 December 2012
Walkyria Monte Mór, Language Policy & Planning
Walkyria Monte Mór (USP)
Mesa rendonda Language policy and planning
Brazil-Canada Knowledge Exchange
Glendon College, Toronto, 15/10/12
Saturday, 22 December 2012
Critical Pre-Service Language Teacher Education
Brazil-Canada Knowledge Exchange
University of Manitoba, Winnipeg, 18/10/12
Sunday, 16 December 2012
Monday, 10 December 2012
Global rhetoric and the practice of transnational literacies - Diana Brydon
Western States Rhetoric and Literacy Studies. Winnipeg, October 20, 2012 keynote
http://bit.ly/Q8sKBp
Sunday, 2 December 2012
Monday, 26 November 2012
Language Teacher Education: Critical Approaches to Identity and Citizenship - part 1
Brazil-Canada Knowledge Exchange
Glendon College, Toronto, 15/10/12
+Andréa Mattos, Universidade Federal de Minas Gerais
Leina Jucá, Universidade Federal de Ouro Preto/Universidade de São Paulo
Sérgio Ifa, Universidade Federal de Alagoas
Brian Morgan, Glendon College
Thursday, 15 November 2012
Neoliberalism and technical education
Daniel Ferraz (Fatec)
Mesa rendonda Neoliberalism and Applied Linguistics
Brazil-Canada Knowledge Exchange
Glendon College, Toronto, 16/10/12
Mesa rendonda Neoliberalism and Applied Linguistics
Brazil-Canada Knowledge Exchange
Glendon College, Toronto, 16/10/12
Sunday, 11 November 2012
Brian Morgan on neoliberalism
Brian Morgan (Glendon College)
Mesa rendonda Neoliberalism and Applied Linguistics
Brazil-Canada Knowledge Exchange
Glendon College, Toronto, 16/10/12
Mesa rendonda Neoliberalism and Applied Linguistics
Brazil-Canada Knowledge Exchange
Glendon College, Toronto, 16/10/12
Wednesday, 31 October 2012
Neoliberalism, Applied Linguistics and the PNLD
Mais uma apresentação da mesa redonda sobre neoliberalismo.
Vanderlei J. Zacchi (UFS)
Toronto, 16/10/2012
Vanderlei J. Zacchi (UFS)
Toronto, 16/10/2012
Sunday, 28 October 2012
Autoethnography and collaboration
Este é o primeiro vídeo de uma série de apresentações em eventos acontecidos no Canadá, entre 15 e 20 de outubro, envolvendo professores de universidades brasileiras.
Roberto Bezerra da Silva (UFS)
Roberto Bezerra da Silva (UFS)
Thursday, 4 October 2012
Sunday, 30 September 2012
Sunday, 29 July 2012
Aprender uma língua é muito mais que o símbolo escrito é vivê-la literalmente os costumes e sua história. Pois a oralidade vai muito além que sua representação sintática. Ao pronunciarmos, buscamos captar a idéia que queremos expressar. É nessa busca do discurso que transformamos o sujeito na língua alvo.
A medida que nos inserirmos no contexto de uma segunda língua, vamos adquirindo traços marcantes e ideológico cultural de outrem, ou seja, a aculturação. Estamos vivendo um momento único, onde todos se intergram num mundo globalizado, com diversos objetivos a serem atigindos. Sejam eles em oportunidades de emprego ou em estudos científicos, os quais nos tornarão inseridos no competitivo mercado de trabalho e universidades.
A aquisição de uma língua estrangeira requer habilidade cognitivas para abrir janelas de conhecimentos do saber para uma capacidade inata da decodificação da palavra. Uma vez adquirida fortalecerá o campo lexical do indivíduo para elucidação do contexto, o qual quer ser inserido.
Na aprendizagem de qualquer língua, sempre deixamos de ser o que eramos para ser o queaprendemos. Essa perda não significa se excluir da cultura, a qual faz parte. Ao contrário adcionamos mais informações, procurando o crescimento pessoal.
Com isso as dificuldades existirão á medida que comparamos o que já existe, com o novo. Essa percepção poderá ajudar quando a língua materna for entendida de maneira coerente para a percepção da segunda língua. Muitas das vezes devemos deixar de lado a língua mãe, para se aprofundar na aquisiçãoda língua da língua estrangeira, pois sua funcionalidade será bem fundamentada quando tem uma funcionalidade importante para a vida do indivíduo.
O relacionamento com a nova língua deve ser espotâneo e afetivamente bem aceita no contexto do indivíduo. Essa funcionalidade ocorrerá a partir do momento que ele correlaciona com seus interesses. É nesse momento que a sua importância em aprender é evidente e marcante para as mudanças que ocorrerão.
A sociedade caminha para um mundo único, mesmo com as diferenças culturais onde o crescimento se dará na evolução do ser o humano em interpretar o outro. Essas diferenças sempre existirão, seja no dialeto ou na formação, porém permanecendo o ideal de ser um indivíduo poliglota, com habilidades para tornar um cidadão cr´tico perante a sociedade.
Qualquer um pode aprender uma língua se o professor ou um programa de computador executar as atividades. Porque terão que transpor e proporcionar ao indivíduo o conhecimento da língua alvo. Não devemos desistir nas dificuldades e barreiras do conhecimento que deparamos, todo esforço nos leva a resultados os quais não conseguimos compreender de imediato, pois alguns são de curto prazo e outros de longo prazo. Completando e dando sentidos as escolhas feitas, cada uma delas tem seu lado positivo e negativos, quando se refiro negativos são as perdas para o positivos entrar concretizando os objetivos.
O desafio lançado é despertar no indivíduo o conhecimento e o pensar na língua alvo, dialogando as incertezas inseridas que um dia será tranformadas em aprendizagens e reescrevendo o mundo globalizado. Oportunizando o indivíduo em ações cotidianas, refletindo uma imagem de profissionais autonnomos do saber na concepção moderna.
ANTONIA IRIS
Wednesday, 27 June 2012
RELATO DA AULA DE INGLÊS DA PROFESSORA ANTONIA IRIS
A princípio foi pedido aos alunos uma pesquisa sobre( THE WALL STREET CRASH, THE COLD WAR AND THE FALL OF THE BERLIN WALL), para que eles relacionem com a criação da internet, ou seja a internet foi criação da internet, ou seja a internet foi uma conseqüência de que? Depois de feito a pesquisa discutimos à respeito da história da internet. Primeiramente os Soviéticos lançam o satelite Sputnik inaugurando a era espacial em seguida a ARPA(ADVANCED RESEARCH PROJECTS AGENCY) conecta os computadores de quatro Universidades Americanas. Com isso cria um sistema de computadores que funcionará no evento de guerra nuclear. Tim Berners-Lee cria o WWW para ajudar a comunicação entre os físicos de diferentes partes do mundo. Já utilizando e-mails e o termo internet. O que antes a internet era usada apenas pelas universidades, passa a usar por milhares de internauta ao redor do mundo. E com a evolução surgem também os vírus o primeiro deles o SQL que se espalhou rapidamente na rede mundial. A interatividade começa a ficar cada vez mais rápido, daí surgindo as redes sociais, google, wikípedia, blogs, twitter, flickr, youtube e etc. Os alunos também pesquisaram a função de cada um. O que antes o usuário era apenas um leitor de informações, ele passa a ser um produtor e editor de suas ações. Os alunos utilizam a internet não somente para ler, mas para produzir e editar atividades pessoais e acadêmicas. Eles também podem coletar dados não apenas também podem coletar dados não apenas em inglês, que na maioria são feitas, porém em outras línguas, como chinês, português, holandês, espanhol e etc. A discursão foi direcionada para suas experiências pessoais. Alguns não possuem computador em casa. Eles usam casa de amigos e lan house para a execução das atividades. Porém a maioria já possuem internet em seu domicílio. Eles utilizam para sua hora de laser ou atividades escolares. O campo virtual proporciona cada internauta ter seus próprios dados conforme forem pesquisando ou produzindo. Os conceitos e ideias surgem com o acaso da intrnet. A modernização dos aparelhos eles podem levar as informações para qualquer lugar. Alguns alunos possuem aparelhos de última geração com acesso a internet. Então depois de discutido sobre suas experiências e a história da internet fizeram as atividades de compreensão de texto. As quais eles puderam identificar novos vocabulários como por exemplo: Real and False Cognates; o que é uma timeline. Analisamos a diferença entre um chat e um forum. Onde eles perceberam o gênero textual o qual ele se enquadra. A discursão foi além do texto. Eles contribuiram com suas informações pessoais e a compreensão do texto que abordamos. A maioria dos alunos já participaram de bate-papo e de um forum, então estabelei a diferença entre eles. Perguntei se eles se comunicavam com pessoas que não fossem de sua convivência. A maioria disse que sim, e além disso os pais muitas vezes não se importam com o conteúdo que eles pesquisam na internet, poucos deles são acompanhados pelos pais. Discutimos o perigo que a internet pode nos causar com a má utilização e objetivos. Na produção escrita como tem mudado o que antes escriviamos com todas as letras e palavras agora o dialeto usado era abreviações, símbolos ou números representando a linguagem. Essas mudanças não serão aceita num trabalho acadêmico, apenas num discurso de internautas. A aula foi bem produtiva e informativa para a construção de idéias na execução de tarefas de classe e extra-classe levando os alunos um ser crítico não sendo descoligado social
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