Tuesday, 24 April 2012

Sunday, 22 April 2012

Qual idioma é o mais dificil do mundo?

Muitos dos que estudam línguas estrangeiras querem saber que língua é a mais difícil do mundo. Os lingüistas dizem que não há uma resposta precisa para esta pergunta, porque tudo depende da língua nativa do estudante e outros fatores. Os neurofisiologistas acreditam, porém, que o chinês ou o árabe podem ser descritos como os idiomas mais difíceis do mundo, pois, até para o cérebro dos falantes nativos de chinês ou árabe é difícil de percebê-los. Especialistas de lingüística dizem que as complicações em aprender uma língua estrangeira dependem do idioma falado da pessoa que estuda uma língua estrangeira. Por exemplo, o idioma russo, que é geralmente considerada como uma das mais difíceis do mundo, não será muito difícil de aprender para os ucranianos ou os tchecos. No entanto, um turco ou um estudante japonês pode nunca ser capaz de estudar russo - eles podem achar que é incrivelmente difícil de aprender. Os idiomas chinês, japonês e coreano são consideradas línguas mais difíceis do mundo do ponto de vista da linguagem escrita. No Japão, por exemplo, crianças estudam durante 12 anos. A metade deste tempo é dedicada a apenas dois temas: o idioma japonês e matemática. Para serem certificados , os alunos da escola secundária japoneses passam os exames que testam os seus conhecimentos de 1.850 hieróglifos. Para ler um artigo de jornal, um japonês precisa de saber pelo menos 3.000 hieróglifos.Do ponto de vista da afinidade, a língua basca - euskara - pode ser considerada uma das mais difíceis línguas do mundo para aprender. Este idioma não está relacionado com qualquer outro grupo linguístico, não importa vivo ou morto. O Livro Guinness dos Recordes dá outro exemplo - o chippewa. Este é um dialeto da ojibwe - uma tribo indígena no Canadá e nos EUA. Há também a haida - uma língua indígena tribal no noroeste da América do Norte. O tabasaran - uma língua nativa de um grupo étnico no Daguestão ( República caucasiana da Rússia) também é extremamente difícil, junto com o esquimó e línguas chinesas. Os cientistas norte-americanos de Defense Language Institute em Monterey fizeram um ranking das línguas mais difíceis do mundo para estudar. O grupo de línguas as mais fáceis (para falantes nativos do inglês) incluem: afrikaans, dinamarquês, holandês, francês, crioulo haitiano, italiano, norueguês, português, romeno, espanhol, suaíli e sueco. O segundo grupo um pouco mais difícil é composto das seguintes línguas: búlgaro, dari, farsi (persa), alemão, grego (moderno), hindi, urdu, indonésio, malaio. Os seguintes idiomas são as mais difíceis: amárico, bengali, birmanês, checo, finlandês, hebraico (moderno), húngaro, khmer (cambojano), lão, filipino, nepalês (tagalog), polaco, russo, servo-croata, sinhala, tailandês, tamil, turco, vietnamita. E, finalmente, as línguas mais difíceis do mundo (para os falantes do inglês) são: árabe, chinês, japonês e coreano. Curiosamente, o hebraico e o árabe, que pertencem ao grupo linguístico semita, foram classificados em diferentes níveis de dificuldade. Esta peculiaridade é o mesma e para falantes nativos de ambas as línguas. Uma pesquisa realizada pelos cientistas da Universidade de Haifa revelou que era mais difícil para mesmos árabes ler textos em árabe do que para os judeus e ingleses (ou americanos). A razão para isso é tão simples como notável: o cérebro humano processa os caracteres escritos dessas línguas de forma diferente. Sabe-se que as funções dos hemisférios direito e esquerdo do cérebro humano são diferentes. A parte direita do cérebro é responsável pela resolução de tarefas abstratas e processamento de informações do modelo. A parte esquerda é especializada em discurso distintivo e textos. O hemisfério cerebral direito é responsável pela intuição e é capaz de metáforas de compreensão. A parte esquerda lida com a realização de apenas do significado literal das palavras. Cientistas israelenses analisaram a atividade do cérebro durante a leitura e distinção das palavras entre os falantes nativos de Inglês, árabe e hebraica. Os voluntários participaram de dois testes. Durante a primeira etapa, foram-lhes mostradas palavras e combinações de letras sem sentido em sua língua nativa. Os entrevistados tiveram que decidir se as palavras tiveram algum significado, enquanto os pesquisadores foram registrando a precisão e a hora em que as respostas foram dadas. Durante o segundo teste, aos voluntários mostraram palavras em ambos os lados esquerdo e direito da tela - primeiro em um, em seguida, em dois. O cérebro, assim, teve de analisar os caracteres indicados no hemisfério esquerdo ou direito separadamente . Os resultados foram muito interessante. Os voluntários que falam Inglês e hebraico podiam ler as palavras facilmente com um dos hemisférios, independentemente do outro. Os resultados apresentados pelos entrevistados de língua árabe eram diferentes. Ao ler o árabe, o hemisfério cerebral direito não pode funcionar sem usar os recursos do hemisfério esquerdo. A leitura dos símbolos da língua árabe escrita ativa sistemas cognitivos do cérebro, os cientistas concluíram. Portanto, se quiser desenvolver sua mente, opte por estudar a língua árabe. Peculiaridades similares foram descobertos durante os testes entre os chineses e anglofalantes. Os pesquisadores observaram a atividade cerebral dos portadores do chinês e inglês no momento em que eles estavam ouvindo a sua voz nativa. Anglofalantes tiveram apenas a parte esquerda do cérebro ativada. Como para os chineses, ambos os hemisférios cerebrais estavam trabalhando. Muitos dialetos da língua chinesa tem quatro tons principais, e o cérebro precisa ser totalmente ativado em processar tais informações. Estranhamente, a gramática chinesa é uma dos mais fáceis do mundo. Palavras chinesas não mudam gramaticalmente em tudo . Aliás, os anglofalantes que estudam a língua profissionalmente, dizem que o Inglês não é tão simples quanto puder parecer. O inglês tornou-se internacional por acaso, diz o filólogo Philip Seymour do Reino Unido. Gramática inglesa é difícil de aprender e compreender, acredita. Comparando a velocidade de leitura para instrução entre as crianças em 15 países europeus, Seymour registrou o progresso mais rápido atingirem as crianças dos países de línguas românicas (França, Itália, Portugal). Mas a leitura nas línguas do grupo germânico (alemão, Inglês) é muito mais complicada, segundo ele. Talvez, por isso, nos países de língua inglesa haja mais crianças a sofrer de dislexia - dificuldade de perceber o texto escrito. A complexidade da sua língua nativa é que as mesmas letras em diferentes combinações são pronunciadas de forma diferente. Yana Filimonova Pravda.Ru Leia original em russo Texto original neste endereço: http://port.pravda.ru/science/19-04-2012/33355-lingua-0/ Texto relacionado: Assassinando a Língua Portuguesa

Sunday, 1 April 2012

Seminário Letramentos Transnacionais Brasil-Canadá

24 e 25 de maio - Universidade Federal de Sergipe

O tema principal do Seminário Letramentos Transnacionais Brasil-Canadá será a formação de professores em contextos locais, globais e transnacionais. Para isso reunirá pesquisadores de Sergipe e de outras partes do Brasil e também do Canadá. O evento será uma oportunidade privilegiada para a discussão entre estudantes, professores e pesquisadores sobre questões pertinentes à educação, em especial o ensino de língua inglesa.
 

Sunday, 11 March 2012

RELATÓRIO DA GRAVAÇÃO DA AULA DE INGLÊS DA PROFESSORA ANTONIA IRIS

       Conforme os ensinamentos dos novos letramentos. Foi decidido gravar uma aula para observar os alunos e a professora. A aula foi planejada com os seguintes assuntos: The days of the week, Teh seasons of the year, The months of the year and adjectives.
       Os assuntos abordados foram explanados em aulas anteriores a aula gravada. Porque o aluno ao ir ao laboratório de informática já estava ciente deles.
      PASSOS DA AULA NO LAB DE INFORMÁTICA
     Primeira parte foi escolher uma figura do jogo the sims, esta opção foi escolhida pela professora, devido ter uma variedade paisagens e ser bem colorida, as quais os jovens gostam de apreciar. Porém cada aluno escolheu individualmente o seu desenho.
     Segunda parte o aluno descreveu a figura conforme as informações que ele pode subtrair da mesma. Explorando todo campo linguístico da língua inglesa tornando coautor da mensagem relatada na transcrição. As frases ou citações foram feitas em inglês. Introduzindo o conhecimento prévio do vocabulário estudado.
     Após o termino da construção das ideias o aluno leu sua composição para expressar suas ideias com base na proposta da aula. Muitos não conheciam o jogo THE SIMS. O qual foi explicado na aula seguinte, concluindo e expondo as dificuldades e solucionando os problemas ocorrentes durante a aula.
     Um problema evidente no vídeo foi um aluno ter feito sua produção escrita no Google tradutor. A qual estava evidente que não tinha sido feito com seus conhecimentos na língua inglesa. A aceitação da mesma nessa condição não foi de bom agrado. Então foi informado ao aluno que fizesse outras frases com suas ideias, mesmo que a tivesse pouco conteúdo informativo, porém que ele expressasse suas opiniões conforme a figura selecionada pelo o mesmo. Ele compreendeu o objetivo da aula e executou a tarefa conforme o solicitado.
      Usar o Google tradutor não é ruim para determinados trabalhos, ele ajuda o profissional quando ele já tem um campo linguístico internalizado. Porém quando se trata na formação de um indivíduo, ele pode até ajudar na compreensão de um vocábulo, porém na execução de um trabalho se ele não tem o entendimento suficiente na posição das palavras a atividade não terá sua eficácia.
     Concluindo a atividade pude perceber o quanto eles tem criatividade e saberes diferentes aos que executamos diariamente na sala, ou seja manusear o computador e saber sua eficácia para abrir outros conhecimentos, ampliando sua autonomia para a aquisição da ciência do saber. As diferenças de conhecimento de cada um deles sendo trocado na tarefa, completado a execução da mesma. Cada um com suas dificuldades e limitações, mas quebrando as barreiras para atingir o objetivo, que é a finalização do trabalho. As habilidades diferentes eram bem evidentes. Um gostava de escrever e o outro falar se completando no contexto abordado na sala de aula.

Exemplo:
Aluna: Claudiane Alves
1° d  atheneu  sergipense
              The kids are on a summer holidays in January.

Wednesday, 7 March 2012

Saturday, 11 February 2012

DE VOLTA ÀS AULAS!!!!

http://comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=74&tipo=917
Editorial
De volta às aulas
Por Carlos Vogt
10/02/2012
Gosto de pensar que entre todas as definições de cultura, que são muitas, a que mais me agrada, e que é também a mais simples para o entendimento da extensa e intensa complexidade do conceito, é a que a associa à educação: cultura é o que se ensina e se aprende, que se cria e se transforma, por ato individual e/ou coletivo dentro do processo social de que somos parte e participantes.
Já se observou que as gerações se sucedem sob os laços de duas formas de legado: o genético e o cultural, pela via biológica e pela via da sociedade.
Nos últimos 60 anos, com o avanço dos estudos genéticos, a partir da descoberta do DNA, e a busca, na materialidade dos genes, de explicações para comportamentos, valores e atitudes que antes se supunham ser de razões puramente sociais, as fronteiras entre natureza e cultura moveram-se também para territórios de intersecção exigindo novas teorias e metodologias de estudos compatíveis com o caráter multidisciplinar e interativo desses dois legados fundamentais à continuidade da vida humana.
É batido o bordão, quase um mantra do mundo globalizado, de que a educação é a chave para o sucesso do desempenho dos países nos cenários da nova economia, na sociedade do conhecimento, no universo das relações estruturadas pelas tecnociências, em especial pelas novas tecnologias de informação e de comunicação.
No caso do Brasil, os dados divulgados pelo Censo 2010 do IBGE, em abril de 2011 apontam para um aumento considerável, em dez anos, do número de residências com computadores, saltando de 10,6%, em 2000, para 38,3%, em 2010.
Quais os impactos do acesso à internet na educação das crianças e dos jovens no Brasil é ainda uma questão a ser respondida através de pesquisas e estudos sistemáticos, que possam contribuir não apenas para o conhecimento dessa nova realidade como também para a formulação e proposição de políticas públicas, que otimizem o uso dessas tecnologias para aumentar a capacidade do Estado em dar respostas às demandas sociais por educação pública, gratuita e com qualidade.
Embora a taxa de analfabetismo, entre a população com 15 anos ou mais, tenha diminuído de 2000 para 2010 de 13,6% para 9,6%, ela ainda continua alta para um país emergente, alçado recentemente à condição de sexta economia do mundo.
Pelos dados do IBGE, mais de 500 mil crianças de 7 a 14 anos e 1,7 milhão de jovens adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora das salas de aula.
No caso do ensino superior, o país, embora tenha ampliado as possibilidades de acesso da população em idade universitária, continua ainda longe de alcançar a meta dos 30% tal como ocorre, já há algum tempo em países vizinhos como o Chile e a Argentina.
Do ponto de vista da qualidade das condições técnicas do ensino médio – para não falar das condições materiais de infraestrutura, de segurança das escolas –, a falta de professores qualificados e com condições de qualificar-se é um problema crônico que afeta o processo de aprendizagem em todas as disciplinas e, mais do que em outras, naquelas que são a base para qualquer desenvolvimento intelectual e cultural dos alunos, ou seja, português e matemática, além do conjunto de disciplinas científicas que integram a grade curricular desse nível de ensino. Claro que os números importam e nesse sentido, pela quantidade, os dados do último censo do IBGE mostram uma evolução positiva no cenário da educação nacional. Entretanto, a qualidade do ensino continua, mesmo com os números crescentes mostrados pelo censo, um desafio que está longe de ser superado. A sua superação implica, entre várias outras coisas, a superação da enorme distância, cavada pelas burocracias e por grandes interesses comerciais, do ensino no país em relação às bases sociais em que ele deve ser praticado e das práticas de aprendizagem que envolvem efetivamente, de forma ativa, não só os atores diretos da ação de ensinar e aprender, mas toda a sociedade unida no compromisso permanente com e pela educação